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INSULINA: O QUE É PRECISO SABER

MARIA GABRIELA SECCO CAVICCHIOLI

REBECCA ORTIZ LA BANCA

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Introdução

A insulina é um hormônio hipoglicemiante produzido pelas células beta pancreáticas, isolada pela primeira vez em 1922 por Banting e Best em Toronto, Canadá. Historicamente, a insulina está associada à diminuição dos níveis de “açúcar no sangue”, a glicemia, no entanto possui efeitos importantes no metabolismo de carboidratos, proteínas e gorduras.1

Sabe-se que a insulina também atua no armazenamento do excesso de energia proveniente dos alimentos. Quando há excesso de carboidratos, a insulina armazena a glicose em forma de glicogênio no fígado e nos músculos. Todo excesso que não é transformado em glicogênio é convertido pela insulina em gordura, a qual é armazenada no tecido adiposo. Quando há excesso de proteínas, a insulina promove a captação de aminoácidos para a conversão de novas proteínas.1

No diabetes melito (DMdiabetes melito), há deficiência total ou parcial na produção de insulina, associada ou não à resistência celular em absorver o hormônio. Por esse motivo, pessoas com DMdiabetes melito eventualmente necessitam de doses diárias de insulina para manter o normometabolismo celular. Dado o importante papel metabólico da insulina no corpo humano, é essencial ao profissional de saúde a compreensão da sua farmacocinética e farmacodinâmica, das suas vias de administração e das orientações necessárias para os usuários.

Objetivos

Após a leitura deste capítulo, o leitor deverá ser capaz de

 

  • identificar os diferentes tipos de insulina existentes no mercado e os esquemas de tratamento insulínico;
  • elencar os dispositivos e as técnicas de aplicação com seringa e caneta de insulina;
  • descrever métodos avançados de aplicação de insulina.

Esquema conceitual

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