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ANTIPSICÓTICOS DE SEGUNDA GERAÇÃO NO TRATAMENTO DA ESQUIZOFRENIA

Autores: Diego Fabian Karvat Gracia, Raffael Massuda, Leticia Sanguinetti Czepielewski, Marcelo Carriello, Cristiane Tezzari Geyer
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  • Introdução

O surgimento dos antipsicóticos, e a sua consequente utilização na prática clínica, revolucionou a ciência, a assistência e o tratamento psiquiátrico da população diagnosticada com esquizofrenia e transtorno bipolar (TB). Os sintomas dessas patologias passaram a ser mais bem controlados, possibilitando a desinstitucionalização e a reinserção social das pessoas acometidas.1

No entanto, com o passar dos anos, alguns limites terapêuticos dos antipsicóticos ficaram aparentes, além dos efeitos colaterais que as medicações de primeira geração traziam, o que justificou uma busca por tratamentos que provocassem menos efeitos colaterais. A primeira medicação considerada de segunda geração, ou “atípica”, foi a clozapina.1

Após a clozapina, outros antipsicóticos foram produzidos, todos chamados de segunda geração ou atípicos. O que se pode verificar, entretanto, é que cada fármaco tem um perfil diferente de ação e diferentes efeitos colaterais, por isso, em algumas seções deste artigo, os antipsicóticos serão abordados de forma individual, com o objetivo de descrever as características farmacológicas e práticas para o uso de antipsicóticos em pessoas com esquizofrenia.

  • Objetivos

Ao final da leitura deste artigo, o leitor será capaz de

 

  • classificar os mecanismos de ação dos antipsicóticos de segunda geração (ASGantipsicóticos de segunda geração);
  • identificar a farmacodinâmica e a farmacocinética dos ASGantipsicóticos de segunda geração e seus efeitos colaterais mais comuns;
  • descrever o esquema de monitoração de sinais vitais e exames complementares durante o uso de antipsicóticos;
  • manejar os efeitos colaterais mais comuns dos ASGantipsicóticos de segunda geração;
  • reconhecer as formas de troca de antipsicóticos;
  • identificar as indicações do uso de clozapina e a monitoração dos efeitos colaterais;
  • classificar os fármacos mais indicados na esquizofrenia na adolescência.
  • Esquema conceitual
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