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HIPOGONADISMO MASCULINO E DIABETES MELLITUS TIPO 2

Marcelo Fernando Ronsoni

Camila Sartor Spivakoski

Fernanda Augustini Rigon

Simone van de Sande Lee

Alexandre Hohl

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Objetivos

Ao final da leitura deste capítulo, o leitor será capaz de

  • descrever a fisiopatologia envolvida no hipogonadismo masculino associado ao diabetes mellitus tipo 2 (DM2);
  • avaliar a deficiência androgênica no contexto do DM2;
  • diagnosticar o hipogonadismo masculino;
  • revisar as opções terapêuticas disponíveis no mercado;
  • explicar os efeitos sistêmicos da terapia de reposição com testosterona (TRT).

Esquema conceitual

Introdução

O hipogonadismo masculino é uma síndrome clínica definida como a incapacidade testicular em produzir concentrações fisiológicas de testosterona e/ou espermatozoides devido a uma ou mais doenças no eixo hipotálamo-hipófise-testículo. Pode ser primário, com alterações em nível testicular, ou secundário, quando acomete a região hipotalâmica ou a hipofisária.1

Estudos demonstram que homens com DM2 apresentam níveis significativamente mais baixos de testosterona sérica, com evidência de hipogonadismo em cerca de 25 a 40% desses pacientes.2

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