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MICROCARCINOMA PAPILÍFERO DE TIROIDE: CIRURGIA OU VIGILÂNCIA ATIVA?

Lucas Leite Cunha

Laura Sterian Ward

Microcarcinoma papilífero de tiroide - Secad

Objetivos

Ao final da leitura deste capítulo, o leitor será capaz de

  • avaliar a importância da estratégia inicial no microcarcinoma de tiroide;
  • identificar as alternativas terapêuticas para os pacientes com microcarcinoma de tiroide;
  • reconhecer as vantagens e limitações das alternativas terapêuticas para o microcarcinoma de tiroide.

Esquema conceitual

Introdução

O câncer de tiroide é a neoplasia endócrina mais comum e representa aproximadamente 5,4% de todos os novos casos de câncer estimados nas mulheres em 2020 no Brasil. O Instituto Nacional do Câncer (Inca) previu 13.780 novos casos para 2020, um aumento de 43,49% em relação à estimativa de 2018.1

Neste capítulo será apresentado que o câncer de tiroide é um tumor cada vez mais frequente; que os microcarcinomas raramente evoluem, mas têm um custo elevado; que há evidências a favor de cirurgias menos invasivas; que a vigilância ativa (VA) é uma alternativa factível e prática; que existem critérios para indicação e seguimento dos pacientes em VA; e que estão surgindo alternativas para manejo dos microcarcinomas.

O objetivo deste capítulo também é mostrar as diversas opções atuais para o manejo do microcarcinoma papilífero de tiroide (mCPT), suas vantagens e limitações.

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